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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Casal gay recria foto 25 anos depois “para que jovens vejam que amor duradouro existe”
Entre estas duas imagens, ambas feitas em diferentes edições da Parada do Orgulho LGBT+ de Washington, se passaram 25 anos da história de amor entre Nick e Kurt. É também a elipse que encerra todas as batalhas que eles foram vencendo ao longo desse período: a impossibilidade de se casarem ou de adotar crianças, a ameaça da Aids e as políticas de Reagan e Clinton que proibiam militares de declarar abertamente sua sexualidade. As fotografias, publicados pelo tuiteiro Tagyourheathen, superaram os 140.000 retuítes em menos de 48 horas.
"É só uma fase".
Amigos e familiares sugeriram que o casal recriasse a fotografia tirada em 1993, como parte da comemoração de seus 25 anos juntos. Nick postou a imagem no Facebook em 11 de junho e, até o momento, ela já foi compartilhada mais de 24.000 vezes. Uma semana depois, @tagyourheathen a postou no Twitter, ironizando com uma das frases que muitos homossexuais já tiveram que escutar ao longo de suas vidas: “É só uma fase”. “Os jovens precisam ver que existe amor duradouro”, conta Nick ao EL PAÍS, através de um e-mail. “Nos últimos dias, recebemos centenas de histórias de pessoas que se sentem identificadas conosco e que nos emocionaram”.
    Kurt e Nick (de 54 e 52 anos, respectivamente) se conheceram em 1992 na manifestação pelos direitos da comunidade LGBT+ da capital norte-americana. “Nós dois tínhamos infâncias parecidas, vínhamos de famílias numerosas, crescemos perto da região dos Grandes Lagos e trabalhávamos na área da saúde”, diz Nick. “Naquela época vivíamos a quase 100 quilômetros de distância, e foi incrível termos nos encontrado”.
    O casal não deixou de participar dessa e de outras paradas nestes 25 anos. “Acreditamos que é importante representar a comunidade”, conta. “As manifestações do Orgulho LGBT+ são guarda-chuvas enormes que acolhem uma população muito diversa e permitem nos reunirmos para aprender uns com os outros e aceitar nossas diferenças”.

    Sua história (e a da comunidade LGBT+), em fotos

    A primeira das imagens foi feita em 1993, no mesmo lugar onde se conheceram um ano antes. Já namoravam. Nick tinha 30 anos e Kurt, 28, e um amigo bateu a foto. “Mais de 1 milhão de pessoas marcharam pelos direitos da comunidade LGBT+ naquele ano”, recorda Nick.
    “Eram tempos complicados”, conta. “Acabávamos de sair do Governo de Ronald Reagan, que virava as costas para o problema da Aids, e chegava Bill Clinton, que assinava a lei Don’t ask, don’t tell (“Não pergunte, não diga”). Essa lei proibia que os militares falassem abertamente de sua homossexualidade se quisessem permanecer no Exército, e ficou em vigência de 1994 a 2010, quando foi declarada inconstitucional”.
    A segunda fotografia é da edição de 2017 da Marcha de Igualdade pela União e o Orgulho (agora chamada de Orgulho de Washington). Foi tirada pela irmã de Kurt, que acompanhou o casal no evento. “É um ano para comemorar o reconhecimento que o Governo Obama deu a nossa comunidade nos últimos oito anos. Apesar de estarmos cientes de que tudo isso pode mudar com a chegada de Trump”, comenta.
    Nick (à esquerda) e Kurt comemorando seu compromisso sem vínculo legal em 1993.© Foto: Fornecido por El País Nick (à esquerda) e Kurt comemorando seu compromisso sem vínculo legal em 1993.
    No passado a lei não lhes permitiu adotar crianças, e isso é um sonho que deixaram passar. Mas os dois conseguiram se casar, e em várias ocasiões. A primeira, a mais oficial, foi na realidade um ato simbólico. Ocorreu em 1993 e não contava com confirmação legal.
    Casamento legal em Boston, em 2008, para obter direitos jurídicos.© Foto: Fornecido por El País Casamento legal em Boston, em 2008, para obter direitos jurídicos.
    casamento entre pessoas do mesmo sexo foi legalizado em Massachusetts em maio de 2004. Quatro anos depois, os dois se casaram novamente, nesse Estado. “Obter esse direito teve um grande impacto em nossas vidas. De repente, pudemos ter acesso à sala de um hospital se algo acontecesse com um de nós ou pude me proteger com o seguro do meu marido”, explica Nick.
    Casamento na Flórida em 2015, quando foi legalizada a união homossexual no Estado.© Foto: Fornecido por El País Casamento na Flórida em 2015, quando foi legalizada a união homossexual no Estado.
    O terceiro casamento foi na Flórida, o Estado onde vivem juntos desde 1992 e onde as uniões homossexuais foram legalizadas em 2015. “Frequentemente nos perguntam como fizemos para ficar 25 anos juntos”, reconhece Nick. “Não é para menos, porque a sociedade está estruturada para nos separarmos”.
    © Foto: Fornecido por El País
    Nick e Kurt atualmente. Moram juntos na mesma casa desde 1992.
    Para Nick, mostrar abertamente a homossexualidade diante da sociedade atualmente tem um passo a mais: as redes sociais. “Quando você pensa que já está fora do armário percebe que ainda falta uma camada para descascar. Nós, por exemplo, demoramos para publicar fotos nas redes sociais demonstrando afeto mútuo, caso alguém ficasse ofendido”.
    © Foto: Fornecido por El País
    LOVE!
    Suas duas fotografias virais, separadas por 25 anos, “são uma forma de agradecer a todos aqueles que facilitaram o caminho antes de nós”, conta Nick. “As pessoas que protestaram em Stonewall, em 1969, aqueles que enfrentaram a crise da Aids nos anos oitenta e noventa, os que lutaram em um tribunal por seus direitos, cada pessoa que saiu do armário diante dos outros... Queremos agradecer a todos. É importante se envolver, fazer a diferença, dar um passo à frente, apoiar a comunidade e propagar uma mensagem de amor”.
    Fonte: El País
    ‘Meu bebê se mutilava no útero’: após sofrer de síndrome rara, chilena luta por aborto
    Grávida de 11 semanas, a chilena Paola Valenzuela foi com o marido e o filho, então com 9 anos, à sua primeira ultrassonografia. Uma tensão então tomou conta da sala. A equipe médica evitou dar detalhes do que acontecia, mas o menino quebrou o silêncio dizendo que não se importava com o fato de que seu irmãozinho "não tinha nariz".
    Paola, microbióloga então com 40 anos, descobria dois anos atrás que ela e seu bebê sofriam da síndrome de bandas ou bridas amnióticas, uma condição rara que provoca lesões ou até amputações no feto.
    "Vi como meu filho se mutilava enquanto crescia", conta Paola hoje à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC. "Meu bebê chegou a ter todos os órgãos fora do corpo."
    Seu bebê estava fadado à morte, mas a lei chilena proíbe o aborto em qualquer circunstância. Diante da pressão social, um projeto de lei tramita no Senado para liberar a interrupção de gestação em três casos: risco de morte para a mãe, inviabilidade do feto ou gravidez resultante de estupro.
    Mas Paola precisaria esperar por um aborto espontâneo ou pelo término da gravidez, quando o recém-nascido inevitavelmente morreria. Ambas as opções a amedrontavam.
    "Sentia que meu filho estava morrendo, e cada dia de gravidez era uma tortura. Mas também tinha medo de sofrer um aborto espontâneo, e ser culpada por isso. Tinha medo de ser presa", lembra.

    Condição fatal

    As bridas ou bandas costumam aparecer no primeiro trimestre de gestação, quando a membrana amniótica que envolve o embrião se rompe, produzindo vários filamentos fibrosos. A tendência nesse caso é que ocorra um aborto espontâneo.
    Mas se o embrião sobrevive, vai ficando preso pelos cordões, que vão provocado lesões em seu corpo à medida que ele cresce. Os fetos podem sofrer ferimentos ou amputações no rosto, braços, pernas ou órgãos vitais, como cérebro e coração.
    Cientistas ainda não sabem a causa exata da condição, mas publicações científicas sugerem predisposição genética ou fatores de risco que afetam o sistema vascular, como o uso de drogas ou de misoprostol (princípio ativo de medicamento para tratamento de úlcera, mas também abortivo e, por isso, proibido no Brasil), além de tabaco e diabetes.
    Em vários casos, há possibilidade de tratamento. Mas condições como a de Paola - que ocorrem a cada 15 mil nascidos vivos, segundo a Organização de Enfermidades Raras dos EUA - são mais complexas.
    Nem sequer há a possibilidade de que o bebê sobreviva fora do corpo da mãe.
    Ilustração sobre a doença© Fornecido por BBC Ilustração sobre a doença

    Semana 14

    Quando estava na 14ª semana de gestação, Paola sofreu um sangramento e foi levada à emergência do hospital mais próximo.
    De início, a equipe médica informou que o bebê tinha morrido. "Senti algo terrível: tive esperança de que aquilo tivesse terminado."
    Mas logo o especialista corrigiu: "Não, o coração ainda bate". Tiveram dificuldade de notar a batida, explicaram, porque o coração estava fora do corpo do feto. "Meu filho tinha o peito aberto", lembra ela.
    Paola chegou a pensar em fazer um aborto no exterior, mas descartou a ideia. "O que eu poderia fazer sozinha em outro país, a quem poderia pedir ajuda?", questionou-se na época.
    Ela, que é católica, lembra que seu marido chegou a dizer que Deus poderia castigar pela interrupção da gravidez.
    "Mas àquela altura ele também já tinha entendido que não havia nada que pudéssemos fazer para salvar nosso filho."

    'Não havia o que fazer'

    Recomendaram-lhe que procurasse uma equipe médica da Universidade do Chile.
    "Senti muita empatia ali, mas o estado do meu filho era tão horrível que pediam desculpas ao descrevê-lo. Tinha o pescoço e a cabeça abertos."
    O médico Mauro Parra, que a atendeu, disse que os intestinos também estavam fora do corpo do feto.
    "Fizemos a análise com 21 semanas de gravidez. Do ponto de vista médico, não havia o que fazer", explica à BBC Mundo.
    Parra já tratou outros casos da síndrome e conta que é possível operar malformações ou alterações estruturais, casos de bridas menores, onde há uma perna ou um braço afetado. Nesses casos, a brida é cortada numa cirurgia, evitando-se a amputação da extremidade.
    Mas no caso de Paola a gravidade das lesões impossibilitava qualquer intervenção. Após o nascimento, tampouco havia alternativa. Seria impossível recolocar o coração dentro do corpo, porque não havia espaço no tórax.
    "Em casos como esse, mesmo que o cirurgião conseguisse fabricar um tórax e colocasse o coração ali, o bebê não sobreviveria. As condições não permitiram que ele desenvolvesse os pulmões, ele não respiraria", detalha.
    A equipe ofereceu apoio psicológico e o adiantamento do parto para a 37ª semana, quando a lei chilena já não criminaliza a mulher.
    "Poderíamos assim diminuir um pouco o dano psicológico dessa espera eterna. Mas para uma mulher naquelas circunstâncias, isso não era nada", comentou Parra.
    Paola buscou assistência psicológica da ONG Miles, que apoia a descriminalização do aborto no Chile, e acabou se envolvendo com a causa.
    Em maio, quando a morte de seu filho completava dois anos, ela apresentou seu caso durante uma audiência pública da Comissão Interamericana de Direitos Humanos. A sessão foi solicitada pela Miles e outras entidades, que criticam a demora na tramitação do projeto de lei para descriminalizar o aborto.

    Uma sala em silêncio

    Paola completou 22 semanas de gravidez. "Após uma noite de contrações, cheguei correndo ao hospital. Às 7h30, meu filho nasceu", contou.
    Ela lembra que todos na sala de cirurgia ficaram em silêncio.
    "Perguntei aos médicos se seu coração ainda batia, e me disseram que ele nasceu morto". Perguntaram-lhe se ela queria ver o bebê, que foi descrito "como uma massinha, como um tumor".
    "Meu marido disse que não. Eu tampouco queria ficar com aquela imagem. Sabia que não tinha sua carinha, mas me lembrei de que estava inteiro até a cintura, e então pedi que me mostrassem apenas as pernas. Assim, o cobriram, se aproximaram de mim e vimos suas perninhas."
    O bebê nasceu no dia 29 de maio e recebeu o nome de Jesus.
    De acordo com a ciência, a capacidade de sentir dor não se desenvolve até a 24ª semana de gestação. E as bridas, como são parte do feto e provocam lesões lenta e progressivamente, não causam sofrimento. Mas a mãe sentia o contrário.
    "Todos me diziam que não (sentia dor), mas como uma mãe sente, eu acho que ele sentia tudo desde o primeiro dia", relata. "Pensava o tempo todo que ele estava sendo cortado. E pedia, por favor, que não se movimentasse, pois estaria se ferindo."

    Lei em discussão

    Na última semana, a Comissão de Constituição do Senado chileno aprovou a descriminalização do aborto em casos de risco para a mãe e inviabilidade do feto, mas ainda falta debater o caso de estupro. O projeto de lei segue em tramitação.
    Segundo Parra, mesmo numa "legislação limitada como a que pode ser aprovada, o caso de Paola seria contemplado sem discussão".
    Em um país com cerca de 250 mil gestações por ano, o médico estima que ocorram de cinco a dez casos como o dela. No dia anterior à conversa com a BBC Mundo, o cirurgião tinha inclusive atendido um deles.
    "Era um enorme defeito na cabeça, no rosto", contou. "Uma mãe jovem, e o que se pode oferecer? Nada. Nada além de esperar que ele nasça."
    No Brasil, a legislação permite interromper a gravidez quando há risco para a mulher, em caso de estupro ou se o feto for anencéfalo (sem cérebro).
    Além disso, o Supremo Tribunal Federal (STF) deu mais um passo rumo à descriminalização do aborto em novembro passado quando decidiu, sobre um caso isolado, que praticar aborto nos três primeiros meses de gestação não é crime.
    Fonte: BBC Brasil

    Marca cria um maiô com o rosto do Presidente Donald Trump

    Uma marca americana desenvolveu um maiô cuja estampa é nada mais nada menos, do que o rosto do Presidente dos Estados Unidos Donald Trump.
    A escolha da foto de  Trump  foi interessante: podemos ver o homem com a boca aberta, como se estivesse falando, e as sobrancelhas arqueadas que, no corpo da modelo, ficam exatamente na altura dos seios. A imagem termina, então, com o queixo duplo - ou seria quíntuplo? Do presidente.
    O lançamento da peça movimentou a internet e suscitou opiniões dos mais variados tipos: desde postagens hilárias de usuários das redes sociais até declarações de personalidades mais sóbrias.
    Veja algumas reações:
    Julia Lvova comentou:  "Maiô do presidente dos Estados Unidos para assustar tubarões – uma nova invenção".
    Eu não consigo imaginar nem os próprios eleitores do presidente usando isso" , o jornalista Ryan Teague Beckwith publicou em sua conta do Twitter. 

    Homem leva bronca por trabalhar de shorts e decide usar vestido

    Todos sabemos quão difícil é se adequar a códigos de vestimenta de escritório em épocas de temperatura extrema, seja frio ou calor. Joey Barge, de 20 anos, que trabalha em um call center, foi mandado de volta para casa por usar shorts, e então ele decidiu voltar para o trabalho usando um lindo vestido.
    O jovem de Buckinghamshire postou sua escolha de estilo no Twitter, como forma de protesto contra as políticas da empresa.  “Eu fui mandado para casa, e disseram para eu colocar roupas apropriadas. Mulheres podem usar vestidos, então hey ho! ”, disse ele no Twitter.
    Alguns usuários da rede social foram contra a decisão do rapaz. Felizmente, a empresa de Joey ouviu as reclamações e decidiu permitir trabalhar com shorts, afinal o calor de 30 graus para os britânicos é muita coisa.

    Fonte: R7.com

    segunda-feira, 19 de junho de 2017

    Anvisa proíbe alimentos infantis de 6 empresas
    Papinha: Bebê comendo papinha
    © IStock Bebê comendo papinha
    Nesta segunda-feira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)proibiuo comércio irregular de alimentos infantis de seis empresas. A decisão foi motivada pela ausência de registros sanitários e determinou a suspensão da fabricação, distribuição, comercialização e divulgação de todos os lotes dos produtos em questão.
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    Esses alimentos, considerados de transição, são aqueles industrializados para uso direto ou empregados em preparo caseiro, utilizados como complemento do leite materno de lactentes de seis a doze meses de idade incompletos e crianças de primeira infância (de 12 meses a 3 anos de idade) para adaptação progressiva aos alimentos comuns. Por serem alimentos infantis, o registro sanitário é obrigatório.
    Confira abaixo quais foram os alimentos proibidos e as respectivas empresas fabricantes:
    ProdutosExceçãoMarcaEmpresa
    Cremes, Papinhas, Purês e Pratos prontos (fases 1, 2, 3 e júnior)Pratinho CheioSilvia Henrique da Silva dos Santos
    Papinhas fase 1 (+6 meses) e Papinhas fase 2 (+9 meses)Sopinha de peito de frango, feijão branco e espinafreGourmetzinhoGourmetzinho Alimentos para Bebês Eireli
    Papinhas e ComidinhasDa HortinhaDa Hortinha Alimentação Infantil Ltda
    Sopas sem pedaços (a partir do 6º mês), sopas com pedaços (a partir do 9º mês) e Comidinhas (a partir de 1 ano)PrapapaMonica Viotto Godinho, nome fantasia Pra-Pa-Pa Alimentos Ltda
    Sopinhas, Comidinhas e LanchinhosSemente do BemSemente do Bem Alimentação Infantil
    Papitta 1ª Fase (a partir de 6 meses), 2ª Fase (a partir de 8 meses) e Sobremesas (a partir de 6 meses)PapittaPapitta Alimentação Ltda

    O que dizem as empresas

    A Gourmetzinho Alimentos para Bebês Eireli, fabricante do Gourmetzinho disse em comunicado enviado por e-mail: “1) Estamos em processo de registro para regularização na Anvisa desde 11/05. Os prazos para análise das documentações não foram cumpridos pela Anvisa.2) A Anvisa utiliza critérios diferentes para análise de produtos similares.3) Passamos por avaliações da vigilância sanitária municipal e nunca tivemos reclamações sobre os processos de fabricação e qualidade dos nossos produtos.4) Visto tudo isso citado acima, consideramos a decisão da Anvisa arbitrária e nossos advogados já estão tomando as medidas judiciais necessárias.5) Estamos colaborando e abertos para quaisquer análise da nossa empresa.”
    Até a tarde desta segunda-feira os responsáveis pelas demais empresas fabricantes não foram localizados.

    É possível morrer de medo?


    xistem pessoas que morrem de medo de altura, outras que morrem de medo de aranhas, assim como as que morrem de medo de subir em montanhas-russas e as que morrem de medo de morrer mesmo! No entanto, apesar de a expressão morrer de medo ser usada com enorme frequência e em uma grande variedade de contextos, será que alguém poderia literalmente bater as botas desse jeito?
    De acordo com Erin McCarthy, do portal Mental_Floss, é possível que uma pessoa literalmente morra de medo sim, embora isso seja relativamente raro. Segundo explicou, quando nos vemos em uma situação que nos amedronta ou assusta, o mecanismo de “fuga ou luta” é acionado pelo nosso organismo, e uma porção de coisas começam a acontecer conosco.

    Fuga ou luta

    Primeiro ocorre uma descarga de adrenalina que, por sua vez, faz com que o coração bata mais depressa e, assim, mande mais sangue aos músculos. Além disso, a respiração fica acelerada, as pupilas se dilatam, a musculatura fica tensa, os vasos sanguíneos mais superficiais se contraem, e algumas funções fisiológicas — como a digestão, por exemplo — desaceleram.
    Todas essas respostas fazem com que nos tornemos mais rápidos e fortes do que o normal temporariamente, aumentando as nossas chances de fugir ou lutar em uma situação de perigo. O problema é que, apesar de o coração normalmente conseguir lidar com tudo isso sem maiores problemas, a adrenalina, embora seja produzida e liberada pelo nosso organismo, é uma substância tóxica que, em excesso, pode nos fazer mal.

    Descarga tóxica

    A adrenalina age sobre os receptores existentes nas células musculares do coração desencadeando uma reação química que afeta o sistema que regula o ritmo cardíaco, fazendo com que o músculo cardíaco se contraia. Entretanto, quando a descarga dessa substância é muito grande, pode acontecer de a adrenalina fazer com que o coração se contraia e não consiga relaxar ou que ele passe a trabalhar com um ritmo que não é compatível com a vida.
    Um desses efeitos é o que os cardiologistas chamam de fibrilação ventricular, que faz com que os ventrículos — que são as câmaras que ficam na parte inferior do coração — não se contraiam completamente, impedindo que o sangue seja bombeado e desencadeando a parada cardiorrespiratória.
    Por sorte, esse tipo de problema não costuma ocorrer com frequência em pessoas saudáveis. Contudo, caso se trate de alguém que sofra de alguma cardiopatia — como artérias bloqueadas, por exemplo —, então a coisa muda, e o risco de morrer de medo se torna algo bastante real.
    E já que estamos no assunto, Erin ainda explicou que é possível morrer de alegria também. Segundo disse, emoções positivas muito fortes também podem desencadear um processo em nosso organismo semelhante à resposta ao medo e provocar a morte do superfeliz.

    Apneia do sono: saiba mais sobre a doença que vitimou a atriz Carrie Fisher

    o dia 27 de dezembro de 2016, os fãs de cinema do mundo todo lamentaram a morte da atriz Carrie Fisher, a eterna princesa Leia da saga Star Wars. Ela teve uma parada cardíaca dentro de um avião, ficou alguns dias internada e não resistiu. Na última sexta-feira (16), saiu um relatório oficial alegando que Carrie teria morrido em decorrência de uma apneia do sono, além de outros fatores.
    Já nesta segunda-feira (19), foi divulgado que exames toxicológicos identificaram a presença de drogas como cocaína, metadona, etanol e opiáceos. Também existiam traços da potente droga MDMA. Mesmo assim, o relatório diz que não é possível afirmar que Carrie morreu em decorrência do uso dessas substâncias.
    Segundo seu filho, Billie Lourd, a atriz tinha um histórico de dependência e de problemas relacionados ao sono. A apneia noturna é desses transtornos mais comuns, mas extremamente grave, já que bloqueia a respiração e pode levar ao óbito. Normalmente, a pessoa acaba acordando quando tem alguma crise de apneia, mas, no caso de Carrie, que estava em coma, a apneia foi fatal.
    Carrie Fisher ficou famosa ao interpretar a princesa Leia Organa nos cinemas
    Esse transtorno acontece devido ao bloqueio das vias respiratórias pelos tecidos localizados na parte de trás da garganta. Quem sofre desse problema pode ter pausas na respiração mais de uma centena de vezes por noite, sendo mais grave quando se dorme de barriga para cima. A longo prazo, a apneia pode desencadear pressão alta, doenças cardíacas, acidente vascular cerebral, diabetes e depressão.
    Como é um problema do sono, a apneia pode fazer com que as pessoas acordem cansadas, principalmente por não terem dormido direito. Isso pode afetar a concentração diurna e levar a estados sonolentos, inclusive com adormecimentos involuntários. Quem sofre desse transtorno pode nem sequer saber que ele existe, sendo notado por algum parente ou parceiro.
    Entre os sintomas possíveis da apneia noturna estão roncos, dores de cabeça de manhã, insônia, falta de ar durante o sono e irritabilidade. O tratamento mais comum inclui a mudança de hábitos de vida, como largar o vício do cigarro, perder peso, evitar álcool e remédios para dormir, fazer exercícios físicos, dormir de lado, estimular músculos da região da boca e usar um dilatador nasal. Porém, em todo caso, um médico precisa analisar o paciente para poder indicar a melhor forma de contornar esse problema.
    Obstrução de ar acontece atrás da garganta e pode ter graves consequências

    Jovem tira foto de fantasma que o assombra há meses Fonte: Com informações do Megacurioso Em agosto deste ano, Adam Ellis, de Nova ...